Artista: Black sabbath
Formação: 09-08-1969, Birmingham, West Midlands, United Kingdom
Data de Lançamento: 18-09-1970
Selo: Warner/Vertigo
Formação: 09-08-1969, Birmingham, West Midlands, United Kingdom
Data de Lançamento: 18-09-1970
Selo: Warner/Vertigo
Produção: Rodger Bain
Gêneros: Heavy Metal, Hard Rock
Blues Rock, Doom Metal, Traditional Doom Metal
Lineup:Ozzy Osbourne (Vocals),Tony Iommi (Guitar), Geezer Butler (Bass), Bill Ward (Drums)
Lineup:Ozzy Osbourne (Vocals),Tony Iommi (Guitar), Geezer Butler (Bass), Bill Ward (Drums)
A1 War Pigs [7:56]
Geezer Butler/Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Bill Ward [Black Sabbath]
Geezer Butler/Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Bill Ward [Black Sabbath]
A2 Paranoid [2:49]
Geezer Butler/Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Bill Ward [Black Sabbath]
Geezer Butler/Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Bill Ward [Black Sabbath]
A3 Planet Caravan [4:25]
Geezer Butler/Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Bill Ward [Black Sabbath]
Geezer Butler/Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Bill Ward [Black Sabbath]
A4 Iron Man [5:55]
Geezer Butler/Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Bill Ward [Black Sabbath]
Geezer Butler/Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Bill Ward [Black Sabbath]
B1 Electric Funeral [4:49]
Geezer Butler/Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Bill Ward [Black Sabbath]
Geezer Butler/Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Bill Ward [Black Sabbath]
B2 Hand of Doom [7:08]
Geezer Butler/Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Bill Ward [Black Sabbath]
Geezer Butler/Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Bill Ward [Black Sabbath]
B3 Rat Salad [2:30]
Geezer Butler/Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Bill Ward [Black Sabbath]
B3 Fairies Wear [6:14]
Geezer Butler/Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Bill Ward [Black Sabbath]
Geezer Butler/Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Bill Ward [Black Sabbath]
B3 Fairies Wear [6:14]
Geezer Butler/Tony Iommi/Ozzy Osbourne/Bill Ward [Black Sabbath]
Paranoid é o segundo álbum de estúdio da banda de heavy metal, Black Sabbath. Foi lançado no dia 18 de setembro de 1970 no Reino Unido, no dia exato da morte de Jimi Hendrix. É o álbum mais vendido da banda e está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.
Paranoid não foi só o registro mais popular do Black Sabbath (foi número um nas paradas de sucesso no Reino Unido, sete discos de platina e um de ouro. Músicas como "Paranoid" e "Iron Man", também ficaram bem colocados nas paradas dos EUA, apesar de terem sido ignorado pelas rádios), ele também se destaca como um dos maiores e mais influentes álbuns de heavy metal de todos os tempos. O som esmagador de Paranoid, vagamente baseado no Blues aplicou-se a um conjunto recém-consistente de canções com riffs memoráveis, a maioria dos quais agora classificados como clássicos do metal de todos os tempos. O trabalho angariou milhares de fãs para a banda em todo o mundo. Os seus homólogos sobre Paranoid deram foco, direção, dando um drama épico a canções que se tornaram os maiores sucessos do grupo como "War Pigs", "Paranoid", "Iron Man" e "Electric Funeral". Assim como no primeiro álbum, as letras são inexoravelmente, obsessivamente obscuras, cobrindo ainda os horrores sobrenaturais. Más com este trabalho, o grupo foi além da atmosfera sombria das músicas e abordou temas como traumas da vida real, morte, guerra do vietnã, holocausto nuclear, doença mental, alucinações por drogas e abuso de entorpecentes, sempre sob uma música com atmosfera pesada e sombria. Com temas mais maduros, "War Pigs", por exemplo, é uma crítica a políticos considerados responsáveis pelos horrores da guerra, já "Iron Man" tem um texto puramente ciência-ficção.
O disco foi lançado apenas sete meses após a estréia brilhante com o debut ”Black Sabbath“ (ao menos para o público - a crítica da época também odiou o primeiro registro da banda, apesar de ter alcançado o Top Ten). Tony Iommi, Ozzy Osborne, Geezer Butler e Bill Ward compuseram um time vencedor de canções que formariam um segundo álbum com mais esmero e com muito mais peso, produzido por Roger Bain. Monolítico e poderoso, Paranoid definiu o som e o estilo de heavy metal mais do que qualquer outro registro na história do rock.
A obra, que se tornaria um referencial para diversas gerações de músicos, foi batizada "Paranoid" em substituição ao título original, ”War Pigs“, censura motivada pela possível relação com a Guerra do Vietnã. Suas oito faixas dinamitam o ouvinte com riffs violentos de guitarra e baixo, pratos estourando para todos os lados; fundindo esta pedrada toda, a voz inconfundível de Ozzy Osbourne, cujos vocais parecem sempre estar neste disco beirando a histeria e a paranoia.
O disco abre com ”War Pigs“, já dando uma mostra do que vem pela frente: a guitarra Gibson SG de Iommi distorcida, o baixo Fender de Butler estalando e a bateria de Ward marcando os tempos fortes, com uma sirene cortando seus ouvidos ao fundo. Depois que Ozzy começa a cantar, a música explode por quase oito minutos, até acabar numa distorção generalizada. Tornou-se o terceiro single do álbum. A letra fala sobre líderes que instigam a guerra (os Porcos da Guerra do título), causando morte e destruição, mas que terminam recebendo seu castigo. Originalmente a canção chamava-se Walpurgis em referência à Noite de Santa Valburga (ou Noite das Bruxas), tendo seu título sido mudado mais tarde. Trata-se de uma canção anti-guerra mas, ao invés da atmosfera festiva hippie típica da época, a letra sombria e os riffs de Tony Iommi dão à canção uma atmosfera pesada, típica da banda. Um cover de War Pigs foi lançado como a penúltima canção do CD "The Real Thing" (1989), do Faith No More, e também aparece no disco ao vivo da banda "Live at the Brixton Academy", de 1991.
A segunda é a faixa título ”Paranoid“, talvez o maior sucesso da história da banda, e que ostenta um dos riffs mais imediatamente identificáveis na história do metal. Foi listada pela Revista Rolling Stone como número 250 em sua lista das maiores canções de todos os tempos (500 Greatest Songs of All Time). Foi o primeiro single do álbum, com "The Wizard" como o lado-B. A letra, como o título deixa claro, é composta por frases de um homem atormentado e paranoico: "All day long I think of things / But nothing seems to satisfy / Think I'll lose my mind if / I don't find something to pacify", traduzindo, "Durante o dia todo eu penso em coisas / Mas nada parece me satisfazer / Acho que vou perder minha cabeça se / Eu não encontrar alguma coisa que me acalme."
A terceira faixa, ”Planet Caravan“, é a mais ”suave“ do disco e tem um belo arranjo psicodélico. A letra também é recheada de psicodelia, como se percebe nos versos finais: "And so, / we pass on by, / the crimson eye, / of great god Mars, / as we travel... / the universe...", traduzindo, ""E então / nós passamos perto / do olho vermelho / Do grande deus Marte / Enquanto viajamos / o universo" . Serve como uma pausa para o que vem pela frente, e o que vem são joias intituladas ”Iron Man“, ”Electric Funeral“, ”Hand of Doom“, ”Rat Salad“ e "Fairies Wear Boots“.
"Iron Man" foi criada tecnicamente por Ozzy Osbourne e Tony Iommi e lançada como o segundo single do álbum em 1971. É uma das mais famosas canções da história do heavy metal, listada como número 310 na lista da Revista Rolling Stone das 500 melhores músicas de todos os tempos, além de ter sido escolhida como a melhor música de Metal de todos os tempos pelo canal VH1 em 2006. A letra fala sobre a vingança de um homem de ferro de ficção científica: "Botas pesadas de chumbo / Enche suas vítimas de pavor / Correndo o mais rápido que elas podem / O Homem de Ferro vive de novo!". O tema se baseia na história um homem que viaja ao futuro e assiste o apocalipse. Quando ele volta tenta avisar a humanidade mas ninguém acredita nele. Ele se torna insano e se vinga da humanidade. No fim se torna claro que ele é a razão do apocalipse. O Sabbath pretendia fazer uma ópera rock baseada em "Iron Man".
“Electric Funeral” tem um dos riffs mais marcantes do álbum, arrastado e agonizante, com OZZY marcando a presença lúgubre nos vocais. A letra fala sobre os efeitos da bomba atômica e sua radiação: "Da onda atômica / Clarões no céu / Transformam casas em pocilgas / Transformam pessoas em barro / Mentes diminuem com radiação". O Funera Elétrico.
“Hand of Doom” discorre sobre os males do vício. Mostra as habilidades de WARD e GEEZER na seção rítmica, emoldurando de forma surreal a guitarra de Iommi trazendo outro riff sinistro que só fascina.
Rat Salad, traduzindo, "Salada de Rato" (título estranho) é uma vitrine para as habilidades de percussão de Bill Ward. É a faixa instrumental do disco com o propósito de faixa de enchimento. O solo de bateria de Ward é um outstay bem-vindo, assim como Moby Dick por John Bonham no Led Zeppelin, porém, bem mais curta e não tem o mesmo destaque.
"Fairies Wear Boots“ foi lançada em 1971 como quarto single do álbum. A letra da música relata um acontecimento em que a Banda foi agredida por Skinheads na Alemanha em 1969 quando ainda Se Chamavam Earth. Com Fairies Wear Boots, o álbum retorna para uma face bastante improvável, uma faixa que, assim como "Iron Man", injeta a quantidade certa de diversão e leveza para dar ao álbum um toque mais humano em meio a todo o material mais escuro sobre guerras, paranoia, bomba atômica, drogas e overdoses, sem sacrificar a profundidade e adicionar variedade. A letra é divetida com passagens como "Yeah, fadas usam botas, você tem que acreditar em mim / Yeah, eu vi, eu vi, não estou mentindo / Yeah, fadas usam botas, você tem que acreditar em mim" "Então eu fui ao médico para ver o que ele diria / Ele disse "Filho, filho, você foi longe demais." Más mesmo assim ainda guarda e riqueza de temas e sonoridade ainda com as caracteristicas obscuras do Sabbath, poderosa percussão, riffs de baixo nervosos e linhas de guitarra abrasivas, exceto nos solos de Iommi que começam logo após as duas partes cantadas.
Quem ouviu ”Paranoid“ na época em que foi lançado (1970) e quem ouve hoje pela primeira vez, percebe de cara o quanto este quarteto estava afinado entre si.
A capa de ”Paranoid“, com a bizarra fusão de motoqueiro/super-herói/guerreiro samurai saindo de trás de uma árvore à noite, te ”ameaçando“ com um sabre na mão esquerda (referência ao canhoto Tony Iommi?), não é considerada uma obra prima, nem mesmo pelos fãs. O selo original da Vertigo era uma viagem, que infelizmente se perdeu ao ser lançado em CD.
Em 2003 a revista Rolling Stone classificou este álbum na 130ª posição em sua lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos.
Este álbum é mencionado no livro de referência musical "1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer", lançado em 2007.
Paranoid não foi só o registro mais popular do Black Sabbath (foi número um nas paradas de sucesso no Reino Unido, sete discos de platina e um de ouro. Músicas como "Paranoid" e "Iron Man", também ficaram bem colocados nas paradas dos EUA, apesar de terem sido ignorado pelas rádios), ele também se destaca como um dos maiores e mais influentes álbuns de heavy metal de todos os tempos. O som esmagador de Paranoid, vagamente baseado no Blues aplicou-se a um conjunto recém-consistente de canções com riffs memoráveis, a maioria dos quais agora classificados como clássicos do metal de todos os tempos. O trabalho angariou milhares de fãs para a banda em todo o mundo. Os seus homólogos sobre Paranoid deram foco, direção, dando um drama épico a canções que se tornaram os maiores sucessos do grupo como "War Pigs", "Paranoid", "Iron Man" e "Electric Funeral". Assim como no primeiro álbum, as letras são inexoravelmente, obsessivamente obscuras, cobrindo ainda os horrores sobrenaturais. Más com este trabalho, o grupo foi além da atmosfera sombria das músicas e abordou temas como traumas da vida real, morte, guerra do vietnã, holocausto nuclear, doença mental, alucinações por drogas e abuso de entorpecentes, sempre sob uma música com atmosfera pesada e sombria. Com temas mais maduros, "War Pigs", por exemplo, é uma crítica a políticos considerados responsáveis pelos horrores da guerra, já "Iron Man" tem um texto puramente ciência-ficção.
O disco foi lançado apenas sete meses após a estréia brilhante com o debut ”Black Sabbath“ (ao menos para o público - a crítica da época também odiou o primeiro registro da banda, apesar de ter alcançado o Top Ten). Tony Iommi, Ozzy Osborne, Geezer Butler e Bill Ward compuseram um time vencedor de canções que formariam um segundo álbum com mais esmero e com muito mais peso, produzido por Roger Bain. Monolítico e poderoso, Paranoid definiu o som e o estilo de heavy metal mais do que qualquer outro registro na história do rock.
A obra, que se tornaria um referencial para diversas gerações de músicos, foi batizada "Paranoid" em substituição ao título original, ”War Pigs“, censura motivada pela possível relação com a Guerra do Vietnã. Suas oito faixas dinamitam o ouvinte com riffs violentos de guitarra e baixo, pratos estourando para todos os lados; fundindo esta pedrada toda, a voz inconfundível de Ozzy Osbourne, cujos vocais parecem sempre estar neste disco beirando a histeria e a paranoia.
O disco abre com ”War Pigs“, já dando uma mostra do que vem pela frente: a guitarra Gibson SG de Iommi distorcida, o baixo Fender de Butler estalando e a bateria de Ward marcando os tempos fortes, com uma sirene cortando seus ouvidos ao fundo. Depois que Ozzy começa a cantar, a música explode por quase oito minutos, até acabar numa distorção generalizada. Tornou-se o terceiro single do álbum. A letra fala sobre líderes que instigam a guerra (os Porcos da Guerra do título), causando morte e destruição, mas que terminam recebendo seu castigo. Originalmente a canção chamava-se Walpurgis em referência à Noite de Santa Valburga (ou Noite das Bruxas), tendo seu título sido mudado mais tarde. Trata-se de uma canção anti-guerra mas, ao invés da atmosfera festiva hippie típica da época, a letra sombria e os riffs de Tony Iommi dão à canção uma atmosfera pesada, típica da banda. Um cover de War Pigs foi lançado como a penúltima canção do CD "The Real Thing" (1989), do Faith No More, e também aparece no disco ao vivo da banda "Live at the Brixton Academy", de 1991.
A segunda é a faixa título ”Paranoid“, talvez o maior sucesso da história da banda, e que ostenta um dos riffs mais imediatamente identificáveis na história do metal. Foi listada pela Revista Rolling Stone como número 250 em sua lista das maiores canções de todos os tempos (500 Greatest Songs of All Time). Foi o primeiro single do álbum, com "The Wizard" como o lado-B. A letra, como o título deixa claro, é composta por frases de um homem atormentado e paranoico: "All day long I think of things / But nothing seems to satisfy / Think I'll lose my mind if / I don't find something to pacify", traduzindo, "Durante o dia todo eu penso em coisas / Mas nada parece me satisfazer / Acho que vou perder minha cabeça se / Eu não encontrar alguma coisa que me acalme."
A terceira faixa, ”Planet Caravan“, é a mais ”suave“ do disco e tem um belo arranjo psicodélico. A letra também é recheada de psicodelia, como se percebe nos versos finais: "And so, / we pass on by, / the crimson eye, / of great god Mars, / as we travel... / the universe...", traduzindo, ""E então / nós passamos perto / do olho vermelho / Do grande deus Marte / Enquanto viajamos / o universo" . Serve como uma pausa para o que vem pela frente, e o que vem são joias intituladas ”Iron Man“, ”Electric Funeral“, ”Hand of Doom“, ”Rat Salad“ e "Fairies Wear Boots“.
"Iron Man" foi criada tecnicamente por Ozzy Osbourne e Tony Iommi e lançada como o segundo single do álbum em 1971. É uma das mais famosas canções da história do heavy metal, listada como número 310 na lista da Revista Rolling Stone das 500 melhores músicas de todos os tempos, além de ter sido escolhida como a melhor música de Metal de todos os tempos pelo canal VH1 em 2006. A letra fala sobre a vingança de um homem de ferro de ficção científica: "Botas pesadas de chumbo / Enche suas vítimas de pavor / Correndo o mais rápido que elas podem / O Homem de Ferro vive de novo!". O tema se baseia na história um homem que viaja ao futuro e assiste o apocalipse. Quando ele volta tenta avisar a humanidade mas ninguém acredita nele. Ele se torna insano e se vinga da humanidade. No fim se torna claro que ele é a razão do apocalipse. O Sabbath pretendia fazer uma ópera rock baseada em "Iron Man".
“Electric Funeral” tem um dos riffs mais marcantes do álbum, arrastado e agonizante, com OZZY marcando a presença lúgubre nos vocais. A letra fala sobre os efeitos da bomba atômica e sua radiação: "Da onda atômica / Clarões no céu / Transformam casas em pocilgas / Transformam pessoas em barro / Mentes diminuem com radiação". O Funera Elétrico.
“Hand of Doom” discorre sobre os males do vício. Mostra as habilidades de WARD e GEEZER na seção rítmica, emoldurando de forma surreal a guitarra de Iommi trazendo outro riff sinistro que só fascina.
Rat Salad, traduzindo, "Salada de Rato" (título estranho) é uma vitrine para as habilidades de percussão de Bill Ward. É a faixa instrumental do disco com o propósito de faixa de enchimento. O solo de bateria de Ward é um outstay bem-vindo, assim como Moby Dick por John Bonham no Led Zeppelin, porém, bem mais curta e não tem o mesmo destaque.
"Fairies Wear Boots“ foi lançada em 1971 como quarto single do álbum. A letra da música relata um acontecimento em que a Banda foi agredida por Skinheads na Alemanha em 1969 quando ainda Se Chamavam Earth. Com Fairies Wear Boots, o álbum retorna para uma face bastante improvável, uma faixa que, assim como "Iron Man", injeta a quantidade certa de diversão e leveza para dar ao álbum um toque mais humano em meio a todo o material mais escuro sobre guerras, paranoia, bomba atômica, drogas e overdoses, sem sacrificar a profundidade e adicionar variedade. A letra é divetida com passagens como "Yeah, fadas usam botas, você tem que acreditar em mim / Yeah, eu vi, eu vi, não estou mentindo / Yeah, fadas usam botas, você tem que acreditar em mim" "Então eu fui ao médico para ver o que ele diria / Ele disse "Filho, filho, você foi longe demais." Más mesmo assim ainda guarda e riqueza de temas e sonoridade ainda com as caracteristicas obscuras do Sabbath, poderosa percussão, riffs de baixo nervosos e linhas de guitarra abrasivas, exceto nos solos de Iommi que começam logo após as duas partes cantadas.
Quem ouviu ”Paranoid“ na época em que foi lançado (1970) e quem ouve hoje pela primeira vez, percebe de cara o quanto este quarteto estava afinado entre si.
A capa de ”Paranoid“, com a bizarra fusão de motoqueiro/super-herói/guerreiro samurai saindo de trás de uma árvore à noite, te ”ameaçando“ com um sabre na mão esquerda (referência ao canhoto Tony Iommi?), não é considerada uma obra prima, nem mesmo pelos fãs. O selo original da Vertigo era uma viagem, que infelizmente se perdeu ao ser lançado em CD.
Em 2003 a revista Rolling Stone classificou este álbum na 130ª posição em sua lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos.
Este álbum é mencionado no livro de referência musical "1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer", lançado em 2007.
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