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Pink Floyd - The Piper at the Gates of Dawn [1967]

Artista: Pink Floyd
Formação: 1965, London, Greater London, U. Kingdom
Dissolvida: 1994
Lançamento: 05-08-1967
Gavadora: Columbia/EMI (RU), Tower/Capitol (Estados Unidos)
Podução: Norman Smith
Gêneros: Psychedelic Rock, Psychedelic Pop
Space Rock, Experimental Rock
 

Lineup: Syd Barrett (lead guitar, vocals), Roger Waters (bass guitar, vocals), Richard Wright (Farfisa Compact Duo organ, Hammond organ, piano, celeste (uncredited), vocals (uncredited),  Nick Mason ((credited as "Nicky Mason") – drums, percussion)




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Título - Duração
Compositor [Performance]


A1    Astronomy Domine  4:12
Syd Barrett [Pink Floyd]
A2    Lucifer Sam  3:07
Syd Barrett [Pink Floyd]
A3    Matilda Mother  3:08
Syd Barrett [Pink Floyd]
A4    Flaming      2:46
Syd Barrett [Pink Floyd]
A5    Pow R. Toc H.  4:26
Syd Barrett / Nick Mason / Roger Waters / Richard Wright [Pink Floyd]
A6    Take Up Thy Stethoscope and Walk  3:05
Syd Barrett [Pink Floyd]
B1    Interstellar Overdrive  9:41
Syd Barrett / Nick Mason / Roger Waters / Richard Wright [Pink Floyd]
B2    The Gnome  2:13
Syd Barrett [Pink Floyd]
B3    Chapter 24  3:42
Syd Barrett [Pink Floyd]
B4    Scarecrow  2:11
Syd Barrett [Pink Floyd]
B5    Bike  3:21
Syd Barrett [Pink Floyd]




The Piper at the Gates of Dawn é o álbum de estreia da banda britânica Pink Floyd, lançado em agosto de 1967. Foi o único álbum da banda feito sob a liderança de Syd Barrett. É atualmente considerado um ótimo exemplo da música psicodélica britânica e foi bem recebido pelo críticos da época. Atualmente, é visto como o melhor primeiro álbum por muitos críticos. As faixas, predominantemente escritas por Barrett, são inteiramente surreais, às vezes fazendo referência ao folclore, como em "The Gnome", e mostram letras poéticas e uma mistura eclética de música, desde a faixa de vanguarda com livre-forma, "Interstellar Overdrive", até canções "assobiavéis" como "The Scarecrow", inspirada nas Fenlands, uma região rural ao norte de Cambridge (cidade de Barrett, Waters e Gilmour). A canção reflete novas tecnologias de eletrônicos, com o uso constante de espaçamento no estéreo, edição de fita, efeitos de eco, e teclados. O álbum tem ainda letras caprichosas sobre espantalhos, bicicletas e contos de fadas, juntamente com passagens instrumentais de rock psicodélico.

The Piper foi editado em 5 de Agosto de 1967 e se tornou um hit no Reino Unido, onde alcançou a 6ª posição das paradas, mas não foi muito bem na América do Norte, alcançando a posição número 31 nas paradas dos Estados Unidos. Durante esse período, a banda excursionou com Jimi Hendrix, o que ajudou a aumentar sua popularidade. Um fato notável sobre o disco é que ele foi gravado simultaneamente ao aclamado Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band dos Beatles, no estúdio da Abbey Road, e os integrantes das bandas frequentemente se encontravam no corredor e conversavam sobre influencias musicais. Ambos álbuns são hoje citados como o início do rock progressivo. The Piper é considerado um dos pioneiros do art rock.

O título do álbum é baseado no conto infantil O vento nos salgueiros, de Kenneth Grahame, onde o Rato e a Toupeira, enquanto procuram um animal perdido, têm uma experiência religiosa. ("Este é o local do meu sonho, onde eu ouvi a música," segredou o Rato, como se estivesse em transe. "Aqui é o meu local sagrado, se O pudermos encontrar nalgum lado, é aqui"). O flautista (em inglês: piper) é identificado com o deus grego Pan.

No momento do lançamento, o álbum foi recebido de forma positiva e nos anos subsequentes o registro é reconhecido como um dos álbuns seminais do rock psicodélico dos anos 1960.

É desse período o EP "London 66-67", um trabalho pouco conhecido dos Pink Floyd, contendo duas faixas “perdidas”, uma longa versão de "Interstellar Overdrive" e "Nick's Boogie". Estas faixas foram originalmente gravadas para o filme Tonite Let's All Make Love In London de Peter Whitehead em 11 de Janeiro e 12 de Janeiro de 1967, nos estúdios Sound Techniques London, nunca sendo editadas até 1995. Neste ano o EP foi lançado e depois reeditado pela Snapper Music em 13 de setembro de 2005, como um CD remasterizado e um DVD com o filme inteiro, mais trechos do filme original. São os primeiros registros de gravações do Pink Floyd disponíveis no mercado.

Este álbum é mencionado no livro de referência musical "1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer", lançado em 2007.

Em 2003 a revista Rolling Stone classificou este álbum na posição 347º em sua lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos.

Edições limitadas especiais foram lançadas para marcar seu trigésimo e quadragésimo aniversários em 1997 e 2007, respectivamente.



Edição comemorativa de 40 anos (2007)

Uma edição comemorativa dos 40 anos de The Piper at the Gates of Dawn foi lançada em 2007. Uma versão com dois CDs, um na versão estéreo e outro na versão original mono, foi lançada no dia 4 de setembro de 2007 e outra versão com três CDs (um em mono, um em estéreo e outro com as músicas gravadas e não lançadas no álbum original) foi lançada no dia 11 de setembro do mesmo ano. A embalagem, cujo design foi elaborado por Storm Thorgerson, tem a forma de um livro com capa de tecido. O conjunto é acompanhado ainda por uma réplica de um caderno de Syd Barrett de doze páginas.

Os discos 1 e 2 contêm o Piper na íntegra em mono (disco 1) e estéreo (disco 2). Ambos foram remasterizados por James Guthrie.

O disco 3 contém algumas canções da época do Piper que até então permaneciam guardadas nos estúdios Abbey Road. Entre o material inédito estão tomadas alternativas de "Interstellar Overdrive", uma versão antiga de "Matilda Mother" com letra diferente e uma versão estéreo de "Apples and Oranges".

    "Arnold Layne" (mix da versão do single; mono) – 2:57
    "Candy and a Currant Ban" (mix da versão do single; mono) – 2:45
    "See Emily Play" (mix da versão do single; mono) – 2:54
    "Apples and Oranges" (mix da versão do single; mono) – 3:05
    "Paint Box" (mix da versão do single; mono) – 3:45
    "Interstellar Overdrive" (mix de EP francês; mono) – 5:15
    "Apples and Oranges" (estéreo) – 3:11
    "Matilda Mother" (versão antiga com letra diferente; mono) – 3:09
    "Interstellar Overdrive" (tomada alternativa N°6; mono) – 5:03

Todas as faixas desse disco são creditadas a Syd Barrett, exceto "Paint Box" (Rick Wright) e "Interstellar Overdrive" (Barrett, Mason, Waters, Wright).



Vídeos

A1    Astronomy Domine

A2    Lucifer Sam  


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